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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

A vida como foi pra Janaina


Ao ouvir o soar da campainha Janaina jamais imaginou que aquele seria um dia diferente em sua pacata vida. Janaina era uma mulher de quarenta e poucos anos, solteira, devido à um desamor que tivera na adolescência, desde então se decepcionara com os homens, mas nunca deixara de se apalpar e masturbar-se no banho, pensando nos homens grotescos que via nas construções e borracharias da cidade. Morava num modesto apartamento no subúrbio de uma metrópole, quase não saia de casa pois vivia da aposentadoria que seu pai deixara ao morrer, sua mãe morreu, logo após dar a luz, era um tanto quando amarga por dentro. Bebia vodka barata pela manhã e dançava sozinha, e a tarde dormia, levantava no começo da noite fazia seu jantar, assistia televisão até adormecer pra recomeçar um novo dia. Sempre nesta desatinada rotina.
Naquela manhã nublada de quinta feira Janaina atendeu a porta e se deparou com um moreno baixo corpulento, careca, com a camisa entre aberta e apagando um cigarro com o sapato. Era Santiago o eletricista contratado pelo sindico para rever a fiação do antigo prédio em que Janaina morava. Ela liberou sua entrada, Santiago foi pro banheiro ver a fiação e Janaina se dirigiu ao quarto, onde uma garrafa de vodka já pela metade à aguardava, tomou mais alguns goles e ficou imaginando como seria transar com um homem como Santiago, como era seu falo, se grande, ou pequeno mas grosso, com essas idéias na mente começou a esfregar a garrafa de vodka por entre os grandes lábios de sua vermelha, úmida e peluda vagina. Estava louca de tesão, mas não tinha coragem de chamar o eletricista pra seu ninho de amor.
Neste exato momento Santiago procurava por Janaina pra perguntar-lhe algo sobre o apartamento, como chamou e ela não respondeu, foi procura-la, cozinha, sala, quarto de visitas, e nada, porem qual foi sua surpresa ao adentrar no quarto principal e encontrar Janaina com o gargalo da garrafa de vodka enfiada na sua bela e grande bunda. Ficou transtornado com a situação, não sabia o que fazer, Janaina ficou amedrontada com a garrafa agora em suas mãos e completamente nua. Tinha cheiro de sexo no ar, Santiago não resistiu, rasgou sua roupa e com o membro enrijecido, tomou a garrafa para si tomou todo o resto num único e interminável gole. Jogou a garrafa já vazia contra o enorme espelho da penteadeira de Janaina que uniram-se em milhões de pedaços de vidros. Foi pra cima de Janaina e empurrou-lhe para a cama, em cima dela começou a estapeá-la e morde-la, tetas, bunda e coxas, tudo era mordido como um bóia fria morde sua coxa de galinha da marmita. Janaina gritava como uma cadela apedrejada por meninos malvados na rua, porem Santiago a mordia cada vez mais forte, virou-a de bruços e introduziu seu enorme membro sem lubrificação na bunda grande, lisa e quente de Janaina que gritava cada vez mais. Após dois ou três segundos de cópula Santiago despejou grande quantidade de semem que escorria por entre as coxas da louca outrora donzela. Levantou puxou a dama pelos cabelos e arremesso-a nos estilhaços de vidros que cobriam o chão e ali mais uma vez copulou com Janaina, já salpicada de sangue como um pizza é salpicada de orégano, após ejacular desta vez na face já desfigurada da mocinha, Santiago, juntou-lhe em seus braços de mais uma mordida em seu nariz, sugando todo o ranho lá contido e atirou-a do 14º andar. Caminhou calmamente até a geladeira, abriu outra garrafa de vodka tomou-a toda, comeu dois pasteis que estavam no micro ondas, tomou um banho demorado onde cantou “DETALHES” de Roberto Carlos, terminou o serviço, saiu e fechou a porta, se despedindo o sindico na saída. Este foi mais um dia alegre e voluptuoso na vida do eletricista Santiago.

2 comentários:

raffa vedder disse...

santiago, my hero!!!

Caio Pimenta disse...

Fico pensando de que tipo de mente sai estórias como esta...
De qualquer forma, eu gostei do que li.
*risos*


P.S.: Cada louco com sua mania.