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quarta-feira, 3 de março de 2010

The Police


A cidade é Macielância extremo sul do Acre medieval, são 16:00h de uma terça feira qualquer. Jaqueline jazia numa vala, com 37 facadas e 19 tiros de escopeta calibre 65 (arma de uso restrito do exercito do Acre medieval) tiros esses todos em sua vagina, que ficou dilacerada fazendo com que seus pentelhos fosse encontrados a kilometros de distância dali.
Tudo começou as 14:15 horas daquela terça feira qualquer quando Jaqueline saiu de seu prostíbulo onde agencia diversas garotas de programa para comprar leite, sua bebida predileta. Jaqueline vestia sapatos com bico extremamente fino e salto com mais de 14 cm de altura todo eles feito com espelhos que refletia tudo que nele se mirasse, usava um transparente vestido em tons de amarelo ouro que realçava e muito sua lingerie hiper sensual na cor verde oliva, sua cabeça carregava longas tranças de cabelos negros como o petróleo que encostavam em seu glúteo, na boca um batom marrom cintilante com aroma de alecrim que manchava seu longo cigarro de cravo e maconha que fumava.
Jaqueline vinha montada num pônei azul marinho de 40 centímetros de altura, quando ao seu lado surge um policial. Era Marcio, freqüentador assíduo de seu prostíbulo e conhecido em todo o Acre medieval por sua truculência e por fazer lindas colchas de retalhos nas horas vagas. Marcio pediu pra que Jaqueline descesse do pônei o que ela atendeu de pronto e ambos adentraram na viatura de Marcio, um luxuoso iate com pneus de trator para andar em terra e na água. Jaqueline entrou e Marcio imediatamente pois o Iate no piloto automático e levou Jaqueline para o 5 andar do iate onde após beberem muito fizeram sexo por horas afio. Marcio nunca tinha transado com Jaqueline, somente com as moças de seu cabaré, estava ansioso por aquele corpo de prostituta velha. Jaqueline vendou os olhos de Marcio e cavalgou analmente em seu pênis por horas fazendo-o gozar como nunca antes. Marcio estava exausto, nunca tinha comido um cu tão maravilhoso e guloso ao mesmo tempo. Ao tirar as vendas dos olhos Marcio ficou louco pois Jaqueline não era exatamente quem ele pensava que era. Jaqueline era uma menina de tromba, uma tromba elefântica com mais de 33 cm ereta e pronta pra enrabar Marcio.
Marcio corria desesperado pelo iate pelado e Jaqueline com a tromba ereta corria atrás dele, foi quando Marcio encontrou sua faca de cortar cebolas sobre a mesa e lançou-a certeiramente nos olhos de Jaqueline que caiu e Marcio caiu em cima dela com outra faca golpeando-a por mais 36 vezes, depois disso, Marcio comeu o delicioso cu de Jaqueline mais uma vez e jogou-a numa vala as 15:50h daquela fatídica terça feira e uma vez dentro da vala, Marcio atirou na tromba de Jaqueline 19 vezes desfigurando seu membro e após isso se masturbou ao redor do corpo de Jaqueline esporrando onde antes havia uma tromba. Marcio vestiu-se beijos os lábios marrom cintilante com aroma de alecrim de Jaqueline e subiu a bordo de seu Iate de onde ligou anonimamente pra policia local que as 16:00h encontro Jaqueline que nasceu homem mas morreu mulher.

3 comentários:

José Sérgio Bechler disse...

Muito bom Giuzzeppi!Linguagem frenética e o texto mais ainda. Loucura total, esse é o caminho!Legal mesmo!

Abraço!

Jeff disse...

policia é uma raça de merda.

pobre Jaqueline...

Santa disse...

Gosto das partes sexuais.
Não por vulgaridade, mas por pensar... além.